sábado, 23 de maio de 2009

















Além de;


Não quero hoje a tesão poetizada, o desejo conta-gotas.
Mas que o ar seja sagrado, teu músculo alterado, que o suor exagerado faça-me escorregar em teu corpo.
De vermelho estou e vermelha é a minha vontade. A minha cidade é teu sexo, os meus pés desencaminhados entrelaçam-se nas costas tuas.
Obscena e nua, quero dar-me a este encontro selvagem, nessa noite em que poemas não nos cabem.

2 comentários:

  1. hoje as palavras podem ficar de lado...
    hoje o q interessa são os nossos corpos respiarndo ofegantes nesse ar sagrado...
    hoje percorremos a cidade descobrindo pq as tuas ruas se cruzam com as minhas...
    hoje nosso encontro será selvagem, nu e obsceno...
    hoje os versos não cabem na nossa alma!

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